Quando alguém abre uma conta ou pede um empréstimo pela internet, a empresa precisa ter certeza de que está falando com a pessoa certa. Antigamente, bastava checar se o documento era válido. Hoje isso não é mais suficiente. Fraudadores aprenderam a usar documentos reais de outras pessoas para se passar por elas.
A verificação de identidade moderna funciona em várias etapas ao mesmo tempo. Além de checar o documento, o sistema compara a foto com o rosto da pessoa em tempo real, busca o CPF em bases governamentais como a Receita Federal e verifica se o celular ou computador usado já foi associado a tentativas de fraude anteriores.
Cada uma dessas etapas, sozinha, pode ser enganada. Mas quando todas acontecem juntas e precisam ser consistentes entre si, fica muito difícil para um fraudador passar por todas ao mesmo tempo. E o processo inteiro acontece em menos de um segundo, sem que o usuário perceba.
Empresas do setor financeiro têm obrigação legal de registrar como verificaram a identidade de cada cliente. Esse registro precisa incluir quais informações foram consultadas, quando e qual foi o resultado. Sem isso, a empresa fica exposta tanto a fraudes quanto a questionamentos regulatórios.
O princípio por trás de tudo isso é simples: identidade não é um dado único, é um conjunto de informações que precisam fazer sentido juntas. Quanto mais fontes diferentes confirmam os mesmos dados de uma pessoa, mais seguro é o processo de aprovação.
Como o SNC atua neste tema
Verifica o CPF nas bases da Receita Federal, DETRAN e Cartório de Registro Civil
Cruza os dados do cadastro com histórico de dispositivos associados a fraudes anteriores
Entrega o resultado completo em menos de um segundo, sem impactar a experiência do usuário
Gera registro auditável de cada verificação com todas as fontes consultadas e o resultado obtido
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